
O Dragão de Ouro desta feita é um símbolo do nosso clube. Um exemplo para todos os jovens pela simplicidade, humildade e profissionalismo que sempre demonstrou na sua entrega ao Clube. Foi ele o técnico que nos orientou no primeiro troféu ganho da época, o pequeno grande jogador, Rui Gil Barros. Rui Barros ingressou nos juniores do FC Porto em meados dos anos 80, depois de começar a carreira nos Aliados de Lordelo, o clube da sua terra. Como muitos jovens jogadores do Futebol Clube do Porto Rui Barros foi rodar noutros clubes, tendo ingressado no ano de 1985 no Sp.Covilhã (2ª Divisão) e um ano mais tarde no Varzim SC. Nessa altura desperta a curiosidade do seleccionador Português juntando-se à selecção de Portugal a 29 de Março de 1987, participando nas qualificações para o Europeu de 1988.Ao longo da sua carreira Rui Barros envergou a camisola das quinas por 36 vezes, tendo marcado 4 golos. Nessa época ingressa novamente no Futebol Clube do Porto, ajudando na conquista da Taça Intercontinental e da Supertaça Europeia contra o Ajax Amesterdão. Aliás, Rui Barros foi mesmo o autor do único tento com que derrotamos a equipa holandesa no seu reduto.Impondo-se como titular indiscutível é então descoberto por uma das grandes potências do futebol europeu: a Juventus. Assim sendo, na época de 1988/89 assina um contrato de dois anos com a equipa de Turim, tornando-se mesmo numa das grandes glórias deste clube, conquistando ao serviço dos italianos uma Taça de Itália e uma Taça Uefa.

Mais tarde assina pelo Mónaco, onde é orientado por Arséne Wenger e vence a Taça de França em 1992. Após a derrota na final da Taças das Taças é transferido para o Olympique de Marseille. Infelizmente nesse mesmo ano o clube é forçado a descer de divisão por causa do Processo VA-OM. No final da época volta ao seu clube, o Futebol Clube do Porto, permanecendo nos dragões durante seis épocas até se retirar em 2000. Envergou em 168 jogos oficias a camisola do FC Porto, marcando 37 golos de dragão ao peito.
Em 2005 volta ao Futebol Clube do Porto para integrar a equipa técnica, como adjunto de Co Adriaanse. Um ano mais tarde, com a saída do técnico holandês, Rui Barros assume o cargo de técnico principal. E foi ele que orientou o FCP na sua primeira conquista oficial desta época: a Supertaça Cândido de Oliveira.

Clubes onde alinhou como jogador:
|
Época
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Equipa |
| 1999/00 |
FC Porto |
| 1998/99 |
FC Porto |
| 1997/98 |
FC Porto |
| 1996/97 |
FC Porto |
| 1995/96 |
FC Porto |
| 1994/95 |
FC Porto |
| 1993/94 |
Marseille |
| 1992/93 |
Monaco |
| 1991/92 |
Monaco |
| 1990/91 |
Monaco |
| 1989/90 |
Juventus |
| 1988/89 |
Juventus |
| 1987/88 |
FC Porto |
| 1986/87 |
Varzim |
| 1985/86 |
Varzim |
| 1984/85 |
Sp. Covilhã |
Palmarés como Jogador: 1x Vencedor da Supertaça Internacional (FC Porto – 1988), 1x Vencedor da Supertaça Europeia (FC Porto – 1988), 6x Vencedor do Campeonato Portugal (FC Porto – 1988, 1995, 1996, 1997, 1999 e 2000), 3x Vencedor da Taça de Portugal (FC Porto – 1988, 1998 e 2000), 4x Vencedor da Supertaça Portugal (FC Porto – 1995, 1997, 1999 e 2000), 1x Vencedor da Taça de Itália (Juventus Turin – 1990), 1x Vencedor da Taça UEFA (Juventus Turin – 1990), 1x Vencedor da Taça de França (AS Mónaco FC – 1992).
Palmarés como Treinador Principal: 1x Vencedor da Supertaça Portugal (FC Porto – 2006).