FC Porto – FC Schalke 04

Tu sempre foste o grande amor da nossa vida
fazemos tudo para te ver vencer
o mundo inteiro a correr para te ver
o PORTO até morrer….
Força POOOOORTOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Tu sempre foste o grande amor da nossa vida
fazemos tudo para te ver vencer
o mundo inteiro a correr para te ver
o PORTO até morrer….
Força POOOOORTOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
“A derrota conta o Barreirense foi o melhor que podia ter acontecido!”
Esta frase demasiado batida pelo nosso treinador, quer se queira quer não, goste-se ou não se goste do uso exaustivo dessa frase nestas ultima semanas (eu próprio não gosto muito), tem a sua razão de ser.
Senão relembre-se o dia 26/1 em que o porto perdeu contra o Barreirense e faça-se então um balanço, pós-desaire:
31/1 – quartos finais taça da liga: FC Porto Ferpinta – 78 Barreirense – 69
2/2 – meias finais taça da liga: FC Porto Ferpinta – 80 CAB Madeira – 58
3/2 – final da taça da liga: FC Porto Ferpinta – 67 Ovarense – 64
10/2 – 14ª jornada da Liga de Clubes: CAB Madeira – 68 FC Porto Ferpinta 70
16/2 – 15ª jornada da Liga de Clubes: FC Porto Ferpinta – 90 Belenense – 84
24/2 – 16ª jornada da Liga de Clubes: FC Porto Ferpinta – 78 Vagos – 65
Já lá vai algum tempo, exactamente um mês desde a vitória da taça da liga e já nessa altura se usava e abusava da referida frase para “justificar” o sucesso de então. Passado um mês, continua a utilizar-se a mesma justificação para as consecutivas vitórias alcançadas, mas penso que os jogadores merecem que justiça lhes seja feita, e esquecida seja essa derrota.
Falando mais concretamente deste ultimo clássico (podemos referimo-nos assim aos jogos entre Porto e Ovarense que nos vêem habituando a emotivos jogos durante os últimos anos) ambas as equipas se bateram valentemente mas penso que a Ovarense, fruto da clara supremacia no que diz respeito á profundidade do ser “banco” (consequência de um orçamento claramente superior a qualquer equipa da nossa liga) deve ficar bastante desapontada por mais uma derrota contra a nossa equipa.
De realçar a capacidade de luta dos nossos guerreiros, que mesmo quando claramente prejudicados, numa altura em que os próprios árbitros se mostraram afectados pelos apupos de um público conhecedor da modalidade e da forma como se manipulam os árbitros, mantiveram a atitude, nunca desistindo e virando o jogo a seu favor com um lançamento triplo a 7 segundos do fim quando, então, perdíamos por um ponto.
Destacaram-se nesta partida, Nuno Marçal (22 pontos), Julian Terrel (13 ressaltos) e Toree Morris (9 ressaltos). Tenho de destacar também, apesar de pouco tempo de jogo, Jorge Sing, pela frieza na hora de concretizar um lançamento de 3 pontos a 7 segundos do final do jogo que permitiu a nossa vitória.
Por ultimo, dar o meu braço a torcer por uns momentos, e se em relação á falta de um base de qualidade inquestionável e de um extremo para poder fazer a rotação do Paulo Cunha ou Nuno Marçal continuo a ter razão, não posso deixar de referir que Nuno Marçal tem vindo a manter exibições de alto nível constantemente e Paulo Cunha, tem sabido manter a sua calma, provando que finalmente está a tornar-se um jogador maduro e que assim sendo, o meu medo sobre esses dois atletas (inconstância de um, e imaturidade de outro) não se tem revelado.
FC Porto Ferpinta, VENCEDOR DA TAÇA DA LIGA 2007/2008

O estádio do Bessa vestiu-se de azul e branco para o derby da Invicta. Eram mais de 10.000 portistas que coloriram as bancadas de azul e branco e que puxaram por uma vitória da sua equipa. No final tão não foi possível, mas a verdade é que este a meu ver foi mais um jogo para cumprir calendário.
O FC Porto entrou em campo sem muitos dos habituais titulares: Lisandro, Quaresma, Bruno Alves, Bosingwa, Pedro Emanuel, Tarik e Raul Meireles o que antevia claramente uma predisposição de Jesualdo em poupar os seus jogadores para o jogo de 4ª feira com o Schalke. o facto é que a vantagem é tanta que nos podemos dar ao luxo desta rotação de plantel.
O facto é que mesmo sem a equipa mais forte o FC Porto dominou a partida, criou durante o jogo boas ocasiões para marcar e podia ter saído perfeitamente do Bessa com os 3 pontos. O Boavista sempre quis defender o resultado e a atitude do seu público é disso mesmo exemplo: um empate festejado como se de um título se tratasse.
Continuámos calmamente na liderança. Preocupemo-nos agora com a Liga dos Campeões…
Dados do Jogo:
Estádio do Bessa
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)
BOAVISTA – Peter Jehle; Gilberto Silva, Moisés, Marcelão e Brayan Angulo; Fleurival, Diakité e Jorge Ribeiro (Bruno Pinheiro, 87 m); Zé Kalanga (Luís Loureiro, 78 m), Laionel (Hussaine, 67 m) e Mateus.
FC PORTO – Helton; Fucile, Stepanov, João Paulo e Marek Cech; Lucho Gonzalez (Ricardo Quaresma, 46 m), Paulo Assunção (Raul Meireles, 77 m), Kazmierczak e Mariano Gonzalez; Adriano e Farias (Tarik Sektioui, 70 m).
Disciplina: Cartão amarelo a Adriano, Diakité, Lucho Gonzalez, Luís Loureiro, Raul Meireles, Tarik Sektioui e Hussaine; cartão vermelho (segundo amarelo) a Diakité (76 m).
Invasão ao Bessa
