Quaresma
A menos de 24 horas do fecho da “época de contratações” e dado o extenso folhetim, já estou como o nosso Presidente: Tomem lá o meu e façam o míudo feliz que ele já me deu muitas e muitas alegrias.
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A menos de 24 horas do fecho da “época de contratações” e dado o extenso folhetim, já estou como o nosso Presidente: Tomem lá o meu e façam o míudo feliz que ele já me deu muitas e muitas alegrias.
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Foi um sentimento de tristeza e de revolta aquele com que ontem saí do galinheiro da luz. Primeiro porque o empate me deixou na boca um amargo sabor a derrota e depois porque sabia que os jogadores do Porto podiam e deviam ter feito mais para vencer o jogo.
O professor Jesualdo reservou várias surpresas para este encontro. Desde logo na defesa o regresso de Fucile ao onze titular em detrimento de Benítez, e a inclusão de Rolando em detrimento de Pedro Emanuel. Julgo que com isto quis mais solidez defensiva e maior velocidade para fazer frente ao ataque dos mouros. No meio campo a inclusão de Fernando permitiu termos um meio campo mais forte e um maior tempo de posse de bola e de pressão sobre o adversário.
O FC Porto entrou bem no jogo sustendo o ímpeto inicial ofensivo dos mouros. Logo as 10´m surge o golo. Bola lançada de muito longe para Lucho que se vai isolar frente a Quim e é puxado. Assinalado o pénalti faltou sair do bolso do árbitro o vermelho para Katsouranis. Lucho converte com mestria e faz o golo Portista.
Depois do golo era de esperar uma amior pressão ofensiva dos mouros, mas o meio campo portista conseguiu sempre manter o controlo do jogo. Foram mesmo os campeões nacionais que poderiam ter feito o segundo golo, numa desmarcação de Lisandro, que rematando cruzado faz a bola embater no poste. Quim estava batido, mas os mouros têm “muito chouriço”.
Ainda na primeira parte alguns sustos para os portistas que viram os mouros a procurar o golo, primeiro com um tiro perigoso de Reyes, após lance estudado com Carlos Martins, e depois através de Pablo Aimar, que conseguiu bater Helton, mas viu Lisandro tirar a bola em cima da linha de golo.
Para fechar a primeira parte foi Rodriguez a rematar forte já dentro da área de Quim mas este a defender bem o remate e a recarga. Após este lance um lampião sem o neurónio que os caracteriza, invadiu o relvado e agrediu o fiscal de linha. Castigos depois desta atitude? Vamos ver nas cenas dos próximos episódios…
Após o intervalo surgiu o golo da mouraria, aos 56 minutos, com Cardozo a fazer um cabeceamento certeiro, após centro da esquerda de Yebda, numa lance em que Helton podia ter feito melhor. Aliás este erro defensivo custou-nos a vitória, dado que Helton teve uma noite tranquila na baliza.
O FC Porto então soube mostar a sua raça e foi para cima dos mouros. De tal forma que Katsouranis é expulso e o resto da equipa começa a arrastar-se pelo relvado. Cãimbras, lesões e muito tempo perdido foram o mote para o resto do encontro. Em sua casa, os mouros mais não fizeram do que colocar-se atrás da linha da bola e defender o resultado. Não estranhei, afinal era o Campeão de Portugal a mostrar quem eé a melhor equipa nacional e a mostrar que em qualquer sítio joga para ganhar.
Faltou um pouco de cabeça para o golo da vitória e isso foi imperdoável. Ora por Hulk, ora por Rodriguez ou Candeias, os Dragões criarm algumas oportunidades que mereciam melhor sorte. Faltou sobretudo serenidade e mais inteligência na hora de escolher a opção mais correcta.
Esta equipa dos mouros é mais do mesmo, ou seja, é tudo aquilo que já vimos nos anos anteriores: um produto da comunicação social e de 6 milhões de crentes que suspiram por um novo salazar. No que concerne ao FC Porto ficou o amargo de boca e o sentimento de derrota, pois nós queremos sempre mais e empatar no galinheiro é e será sempre um mau resultado.
Dados do Jogo:
Mouros: Quim, Maxi Pereira, Luisão, Katsouranis, Léo (Ruben Amorim, 68), Yebda, Carlos Martins, Di Maria, Reyes, Aimar (Nuno Gomes, 50) e Óscar Cardozo (Sidnei, 65).
FC Porto: Helton, Sapunaru, Rolando, Bruno Alves, Fucile, Tomas Costa (Guarin, 46), Fernando (Hulk, 62), Raul Meireles (Candeias, 82), Lucho Gonzalez, Cristian Rodriguez e Lisandro Lopez.
Disciplina: Cartão amarelo para Katsouranis (10 e 59), Sapunaru (16), Fernando (20), Cristian Rodriguez (27), Óscar Cardozo (51), Lucho Gonzalez (70), Lisandro Lopez (82) e Nuno Gomes (84). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Katsouranis (59).
Golos: Lucho (g.p 11´m); Cardozo 56´m
… mesmo que seja ao árbitro auxiliar que está na linha.
Que fique já assente que acho que perdemos 2 pontos, mas que o treinador apostou para ganhar e entrou com uma equipa bem montada. Perdemos dois pontos!!
Agora vou fazer um exercício, estúpido, mas que acho que se impõe. Vou, com um esforço sobre-humano, imaginar que por breves segundos era do clube esverdeado e pôr nas próximas linhas o que vi deste jogo:
Bem, agora que acabou o exercício, fomos melhores, somos melhores e havemos de ser melhores, como normal: CONTRA TUDO E CONTRA TODOS!!!
Força Porto!!!! Rumo ao Tetra!!!!
Platini foi sem dúvida um magnífico jogador. Dizem aqueles que na altura tinham “olhos de ver”. Eu ainda era de tenra idade, nem uma década tinha, portanto, pouco olho para o futebol tinha.
Platini foi um grande jogador e, tal como Pelé, Cruijf e o nosso conhecido Eusébio, que continua a andar ao colo do ex-glorioso, vive da glória passada e dos sucessos antigos.
Ora é óbvio que o facto de ter sido um excelente, extraordinário jogador, não faz com que venha a ser um bom dirigente desportivo. O facto de sermos bons com os pés não quer dizer que sejemos bons com a “cabeça” e consequentemente com a boca. O presidente da UEFA é um desses casos.
Burro, certamente, o rapaz não é, porque se assim fosse era presidente da federação portuguesa de futebol. Ele é o presidente da UEFA.
Pois então este antigo excelente jogador de futebol vem dizer que o facto do FCPorto estar na Champions é “negativo para a ética”…. mas este palhaço sabe o que diz?? Para já, o FCPorto ainda não foi condenado pelo que lhe é acusado, ou seja, é inocente até prova em contrário (sim, porque a Liga e o Dr.Ricardo Costa, esse cobarde que vai apanhar o comboio às Devesa-Gaia, de boné enterrado na cabeça e óculos escuros, não são a justiça em Portugal) e o Sr.Palhacini devia olhar primeiro para dentro da sua própria casa. Basta olhar para o jogo de 4ªfeira do Guimarães e ver o escândalo que foi a anulação do 2ºgolo. Até a mim, que me é indiferente o Vitória ir à Champions ou não, me doeu. Aquele lance, a forma como decorria e pelos movimentos dos jogadores, só mesmo de má fé e deliberadamente pode ser considerado fora-de-jogo. Aquele é um caso óbvio onde deveriam ser usadas as imagens televisivas para apurar a verdade desportiva! Vem este Sr. falar em mais árbitros, árbitros esses homens, que como todos os outros podem e vão falhar, estejam eles quantos estiverem em campo… é tapar o sol com uma peneira. E só mesmo porque é preciso que os mesmos lordes controlem o futebol europeu é que não se institui o recurso às imagens televisivas em certos e determinados casos para apurar a verdade desportiva!
Este palhacini…
O sorteio desta tarde da Champions League ditou que os adversários do FC Porto no Grupo G fossem o Arsenal, o Fenerbahçe e o Dynamo Kyiv.
Os adversários que nos saíram no sorteio podiam ser piores, é um facto, mas desengane-se quem pensa que será um grupo fácil de passar, como já ouvi por aí dizer.
Vamos então analisar os participantes deste Grupo G:

Figura da equipa: Cesc Fabregas
Favor do FC Porto: A juventude da equipa e falta de experiência europeia.
Contra o FC Porto: Os nomes sonantes e a qualidade do futebol praticada.
Palmarés Europeu: Taça das Taças - Época 93/94
O Arsenal (que joga entre um 4×4x2 e o 4×4x1×1) é uma lição de como ocupar todos os pedaços de relva, sendo sem dúvida alguma a mais forte do Grupo. A bola sente-se confortável nos pés dos seus jogadores, passeia pelo campo, e, de repente, surge embalada em profundidade pela faixa, com um médio ou um lateral conduzindo-a até zonas letais de cruzamento. Treinada pelo técnico Arséne Wenger, a equipa do Arsenal consegue aliar as vitórias ao futebol vistoso e deslumbrante.
Na baliza está Almunia, que apesar de não ser um guarda redes fora de série, chega para as encomendas e conseguiu encostar na época passada o experiente guarda redes alemão Lehman. Depois à sua frente o misto da experiência e da jventude. Gallas e Toure dão consistência ao centro da defesa. Nas laterais Clichy e Sagna, dois magníficos laterais, que se incorporam bem em movimentos atacantes pelas sua velocidade.
A equipa do Arsenal em vez da normal combinação um-dois, a simples tabela, entre dois jogadores (onde, após o primeiro passe, o jogador desmarca-se automaticamente para que o receptor a devolva) deve surgir próximo deles, paralelamente, outro jogador a correr livre. Ou seja, para a equipa avançar de pé para pé, há sempre um jogador mentiroso que joga sem bola mas move-se em função dela. É o tal terceiro homem, difícil de detectar, mas decisivo para confundir os marcadores adversários e abrir espaço para a eficácia sucessiva do um-dois. A cérebro desta equipa e que encarna na perfeição este modo de estar é Cesc Fabregas. O jovem espanhol alia o seu pulmão com a visão de jogo e a facilidade de remate. Com as saídas de Hleb e Flamini, Fabregas tem agora como parceiros Rosicky, Eboue, Walcott e o recém contratado Nasri. Aliás o francês é um jogador a ter em conta pela sua qualidade acima da média. Um jogador vindo do Marselha e que na época passada jogou contra o Porto na Champions.
Na frente de ataque duas estrelas compartilham o espaço: Adebayor e Van Persie. Adebayor é o típico ponta de lança matador, que ocupa sempre os espaços mais próximos da baliza. Veloz e de grande envergadura física este avançado é uma das figuras da equipa e um terror para as defesas adversárias. Faz lembrar George Weah nos seus melhores anos. Ao seu lado tem Van Persie, o holandês com pé canhão. Tecnicista e com um remate fabuloso o holandês recuperou de uma grave lesão na época passada e no europeu já mostrou que voltou em forma. Sem dúvida duas poderosas armas na frente.
Arséne Wenger tem entre mãos a melhor equipa do Grupo, e mesmo o facto de há dois anos termos vencido o Grupo que repartimos com o Arsenal, não poderá ser um motivo para nos sentirmos superiores.

Figura da Equipa: Roberto Carlos
Favor do FC Porto: A mudança de Treinador
Contra o FC Porto: A raça, entrega e paixão com que os turcos encaram o futebol. Ambiente no estádio.
Palmarés Europeu: —
A equipa do Fenerbahçe foi uma das surpresas da passa Uefa Champions League. Tal como no passada Europeu em que ficaram famosas as reviravoltas da Turquia aos resultados, também na Champiosn League o Fenerbahçe ficou famoso pelas mesmas razões. O futebol na Turquia é uma paixão levada ao extremo e a entrega é um estado de espírito. Toda a gente se lembra do épico jogo em que na época passada o Fenerbahçe derrotou a favorita equipa do Sevilha, com o seu guarda redes Demirel a defender 3 penalties com categoria.
Esta equipa turca é hoje a que mostra mais desaforo financeiro na hora de contratar. Após a saída de Zico, o clube foi buscar nada mais nada menos que Luis Aragonés, o técnico Campeão da europa por Espanha.
Na equipa turca figuram algumas figuras importantes do futebol europeu. Desde logo o já velhinho, mas sempre útil, Roberto Carlos. Dono de uma experiência única e de um pé canhão este defesa esquerdo defende as cores do clube turco desde a época passada. Depois a equipa conta com Emre Belözo?lu, Kaz?m Kaz?m e Semih ?entürk, jogadores turcos de bastante qualidade e Deivid, o avançado ex-sporting, que na época passada esteve em evidência na Champions. Para esta época ficou reservada a contratação de Daniel Güiza, o Pichichi da última liga espanhola.
O ambiente infernal que se vive no Fenerbahçe ?ükrü Saraco?lu, o estádio localizado na parte asiática de Istambul, vai ser certamente um ponto a desfavor dos Portistas. É certo que a equipa do FC Porto já está ambientada a jogos deste tipo de ambientes, ainda na época passada defrontou o Besiktas, mas não deixa de ser intimidatória para a equipa visitante.

Figura da Equipa: Artem Milevskiy
Favor do FC Porto: O Dinamo não tem o fulgor de outros tempos.
Contra o FC Porto: A longa viagem a que estará sujeito, ainda por cima em Novembro.
Palmarés Europeu: 2 Taça das Taças -Épocas 74/75 e 85/86; Supertaça Europeia -Época 1975
Anos após o único confronto entre o FC Porto e Dínamo de Kiev, as equipas voltam a encontrar-se novamente numa competição europeia. É altura de reavivar as boas recordações, precisamente da época 1986/87, da glória caminhada portista para a primeira Taça dos Campeões da sua história. Nessa altura o FC Porto venceu o Dinamo Kiev nas meias finais, com as duas mãos a favor dos portistas por 2-1.
Na ultima pré eliminatória a equipa ucraniana desenvacilhou-se com facilidade do Spartak Moscow, com o fulgurante resultado de 4-1 em ambas as mãos. A sua estrela Milevskyi, é um avançado gigante de 1,90m bem dotado tecnicamente e forte no jogo aéreo, detentor de um drible rápido e fácil. Ele marcou 4 golos nos dois jogos contra o Spartak.
O jogo da equipa Ucraniana assenta nas imprevisíveis alterações tácticas, suporte sempre de um jogo apoiado ao primeiro toque, com os jogadores a mudarem constantemente de posição. O treinador Yuri Semin conta com vários internacionais ucranianos, aliados a Bangoura e El Kaddouri num toque de futebol africano.
Lembre-se que a época passada o Sporting venceu os dois jogos contra esta equipa na fase de grupos da Champions, mas esta época a equipa já demonstrou estar diferente. O grande ponto a desfavor da equipa Portista será a longa viagem até á Ucrânia e logo em Novembro, época de maior frio e possibilidade de neve. Sem dúvida será um factor contra o poderio azul e branco.
Desta análise podemos concluir a dificuldade da passagem à fase seguinte da prova. O calendário, com o primeiro jogo em casa com o Fenerbahçe e na primeira volta o jogo com o Dynamo em casa, fazem com que o FC Porto tenha necessariamente de entrar a todo o gás nesta Liga. As contas não deverão ficar para o final sob pena de jogarmos os dois jogos fora seguidos com estes adversários com a corda no pescoço.
A equipa Portista terá de ser um FC Porto Vintage, dado que apenas ao mais alto nível conseguirá passar este grupo, que julgo estar muito equilibrado.
17 de Setembro
FC Porto – Fenerbahçe SK
30 de Setembro
Arsenal – FC Porto
21 de Outubro
FC Porto – FC Dynamo Kyiv
5 de Novembro
FC Dynamo Kyiv – FC Porto
28 de Novembro
Fernerbahçe SK – FC Porto
10 de Dezembro
FC Porto – Arsenal
Sinto que temos, desta vez, a necessidade absoluta de começar em grande, ao contrário da tradição portuguesa de deixar as coisas para a última.
Vamos PORTO!
Vieira e o seu amigo Platini procuraram mas não encontraram….
As equipas presentes no Sorteio desta tarde:
Pote 1
Arsenal
Lyon
Inter
Liverpool
Chelsea
Real Madrid
Manchester United
Barcelona
Pote 2
Bayern Munique
PSV
Villarreal
Roma
FC Porto
Werder Bremen
Sporting
Juventus
Pote 3
Marselha
Zenit
Steaua
Panathinaikos
Bordéus
Celtic
Basileia
Fenerbahçe
Pote 4
Fiorentina
Shakhtar Donetsk
Atl. Madrid
Dínamo Kiev
Cluj
Aalborg
Anorthosis Famagusta
Bate Borisov
O meu desejo para os nossos adversários: Lyon, Basileia e Aalborg.
Olha olha… os moços de recado da cidade berço vão fazer companhia aos amiguinhos rosinha deles na Champions. Tanto estes como os outros vão para o chamado “Pote que os pariu”.
Não deixa de ser irónico que os moços de recado tenham ido de carroça com um erro de arbitragem, eles que dizem que a UEFA é tão isenta (querem o número do TAS? ou ligam directinho para o Platini?????). O que já me ri…
Sim é verdade, estou de volta!!!
Força Porto!!!! Rumo ao Tetra!!!!
Afinal, a lesão de Mariano é mais grave do que se imaginava. O argentino sofreu um estiramento do ligamento lateral interno do joelho esquerdo, lesão sofrida de uma forma caricata, dado que foi na sequência de um remate de Hulk quando o brasileiro marcou um livre directo.
Substituído por Fucile, Mariano colocou imediatamente gelo na zona afectada e a reavaliação de ontem detectou-lhe o problema que o deve afastar do clássico de sábado, a não ser que a recuperação seja em tempo recorde.
Jesualdo Ferreira ficará assim com um problema entre mãos. Certamente que o professor não se esqueceu do jogo da Supertaça, visto que na altura a escolha de Farías para a frente do ataque e o desvio de Lisandro para a ala direita, deixando a esquerda para Rodríguez, não produziu os efeitos desejados.
A demonstração de força, técnica e precisão de remate dada pelo brasileiro Hulk no jogo com o Belenenses(Mariano que o diga!) pode ter dado também a este jogador alguns pontos a favor na luta pelo lugar na equipa. Apenas alguma falta de rotina poderá fazer o Professor mudar de ideias.
Outra hipótese será Guarín reentrar na equipa, mantendo-se a aposta em Tomás Costa, agora numa posição mais ofensiva, sabendo-se que o argentino também tem características para jogar na ala direita.
Restam ainda Tarik e Candeias, que em condições normais seriam os substitutos naturais de Mariano, no entanto como ambos estão a recuperar de lesões não estarão na melhor forma para actuarem num jogo deste nível.
A escolha está nas mãos de Jesualdo vamos aguardar, no entanto pedimos a vossa opinião.
