Estádio Dragão

O Terramoto Londrino

March 10th, 2010

Como diz a sabedoria popular : na primeira quem quer cai, na segunda cai quem quer, na terceira cai quem é burro. O FC Porto deixa hoje a capital Inglesa humilhado pelo Arsenal, e o burro tem um nome Jesualdo Ferreira.

Esta é a terceira vez que o técnico Portista orienta um jogo em Inglaterra frente ao Arsenal. Uma vez mais foi incapaz de montar uma estratégia eficaz. Pior! O técnico Portista foi capaz de criar uma estratégia que nos faça passar maior vergonha do que aquela que tínhamos passado anteriormente aquando das derrotas do Porto no Emirates Stadium (2-0 e 4-0). Os 5 golos sofridos são uma humilhação para quem disputa uns oitavos de final da Liga dos Campeões.

No técnico Portista é esperado que invente. Sempre que foi jogar a Inglaterra o fez. Sempre deu mau resultado. Mas no entanto não aprende… Há já algumas épocas com o Liverpool fez alinhas Kazmierzack de início. Desastre total. Contra o Chelsea faz alinhar Ricardo Costa a defesa esquerdo. Desastre total. A época passada chama Guarín. Desastre total. Hoje faz alinhar Nuno André Coelho. Desastre Total. Não censura os jogadores. Não me cabe é na cabeça como é que um técnico, num jogo desta importância dá a titularidade a um jogador que não tem um ÙNICO minuto na liga Portuguesa. Estará o professor à espera que o jogador salve a equipa, que seja o melhor em campo? Impossível. Não tem minutos de jogo, não tem rotina e ainda pior quando está adaptado a uma posição que não é a sua.

A própria titularidade de Hulk é discutível. Já no jogo da primeira mão tinha ficado muito aquém daquilo que pode e deve fazer. Agora apenas veio confirmar que tem de caminhar muito e tem de jogar muito mais para se afirmar como um grande jogador. Hulk não está em forma e não devia ter sido chamado à titularidade.

O FC Porto desde o primeiro minuto que levou com um sufoco de futebol ofensivo e esteve encostado às cordas 45m. Para quem dizia na antevisão do jogo que iria procurar marcar mais do que um golo, o técnico Portista estava muito, mas muito equivocado. O FC Porto apenas jogou algum futebol no ínicio da segunda parte, até que Wenger fez uma substituição que matou o jogo. Mais uma vez ficou demonstrado que Jesualdo não sabe ler o jogo e que o nosso banco é completamente limitado.

O FC Porto fica assim arredado de mais uma competição. Quanto ao nosso treinador teremos oportunidade de mais à frente falar sobre ele…

FC Porto 5 vs SC Braga 1

February 22nd, 2010

Não há muito a dizer relativamente a esta estrondosa vitória frente ao Braga. De facto todos os Portistas esperavam que depois do que tinha sucedido a Hulk todo o plantel se unisse e mostrasse de facto o que é “ser Porto”.

A vitória por números tão expressivos foi uma demonstração cabal do potencial do plantel e que esta equipa merece mais. Apenas as mentes que mais mesquinhas e que pouco percebem de futebol podem afirmar que o Braga veio ao Dragão dar o jeitinho. É ridículo que alguém assim pense!

Goleamos uma equipa que se pôs em bicos de pés para ver se nos amedrontava, mas ainda lhes falta “um bocadinho assim” para chegarem aos calcanhares do FC Porto.

Desta não te ris Wenger?

February 17th, 2010

FC Porto 2 vs Arsenal FC 1

O FC Porto bateu o Arsenal FC por 2-1 na primeira mão dos oitavos-de-final da UEFA Champions League, com Varela e Falcao a marcarem pelos “dragões”, cabendo a Sol Campbell o tento da formação inglesa. O resultado do Estádio do Dragão deixa, no entanto, tudo em aberto na eliminatória.

Os Dragões tiveram logo no início do jogo o seu melhor momento. Jogavam com afinco a tentar chegar á baliza adversária e dominavam a posse da bola. Ainda com poucos minutos decorridos Thomas Vermaelen salvou o Arsenal do golo de Ruben Micael, com o central a estar no sítio certo para impedir que o remate do médio levasse a bola a entrar na baliza dos “gunners”, antes de Hulk rematar a escassos centímetros do poste, na sequência de um disparo com o seu pior pé, o direito. O FC Porto pressionava e chegou ao golo numa oferenda do guardião Fabianski. Aos 11´m, Varela escapou pelo lado direito do ataque portista e tentou centrar para a área, mas a trajectória da bola acabou por trair Fabia?ski. Estava feito o primeiro golo Portista.

Depois, num lance de bola parada o Arsenal chega ao golo. Canto batido ao segundo poste, onde Rosicky estava como queria e colocou a bola em Sol Campbel, que na pequena área, e completamente sozinho (como é possível?) cabeceia para o golo. O FC Porto viu jogar…  A partir daí os ingleses foram donos e senhores da bola. Dominaram o meio campo e na entrada da área trocavam a bola perante a contemplação da defesa Portista. Com três minutos volvidos, valeu uma excelente defesa para canto de Helton, após um remate venenoso de Rosický.

Até ao intervalo o FC Porto ainda tentou o golo por Ruben Micael, mas era sempre o Arsenal que controlava o jogo. Meireles e Fernando mostraram um desacerto muito grande e o pequeno Ruben Micael desdobrava-se entre a defesa e a transição do jogo ofensivo. A inclusão de Hulk, afastado há algum tempo da competição, também não surgia o efeito pretendido. O atacante brasileiro “agarrou-se” demasiado à bola na tentativa de mostrar serviço, acabando sempre por perder a bola.

Já no segundo tempo, o Arsenal entrou novamente a comandar o jogo, mas nunca criando situações de verdadeiro perigo. Quando aos 51`m Falcao apertou com Campbell, na faria prever que de um lance sem perigo nasceria o golo do FC Porto. Num completo desacerto da defesa dos “gunners”, Campbell atrapalhou-se com a bola e acabou por a atrasar para o seu guarda-redes, com este a recolhê-la com as mãos e a originar um livre indirecto no interior da área inglesa. Rúben Micael aproveitou a desatenção dos jogadores do Arsenal e marcou o livre de imediato, com Falcao a não ter dificuldade para fazer o 2-1, perante a incredulidade dos ingleses. Wenger bem que protestou, no entanto provou do seu próprio veneno. É de lembrar que há uns anos atrás o francês Henry ao serviço do mesmo Arsenal tinha marcado um golo semelhante!

O golo galvanizou a equipa portista que tentou chegar a mais um golo que lhe permitisse encarar o jogo da segunda mão com maior tranquilidade. O facto é que a entrada de Tomás Costa e Mariano Gonzaléz permitiram aos azuis e brancos maior frescura e o domínio do meio campo.

O 2-1 acaba por ser um resultado muito perigoso para os Dragões que não podem de nenhuma forma ir para Londres defender o resultado. Já sabemos no que esse tipo de jogo acaba por dar, portanto temos de ir de cabeça erguida à procura de aproveitar as oportunidades de golo e muito importante, temos de ter o controlo da posse de bola para não deixar os ingleses jogar.

A exibição não foi de todo boa mas fica de bom o resultado que nos permite encarar a segunda mão com “algum” optimismo.

Obrigado Fabiansky!


Dados do Jogo:

FC Porto: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Fernando, Raul Meireles (Tomás Costa, 68), Ruben Micael (Bellushi, 85), Varela, Hulk (Mariano Gonzalez, 81) e Falcao.

Arsenal: Lukasz Fabianski, Bacary Sagna, Sol Campbell, Thomas Vermaelen, Gael Clichy, Abou Diaby, Denilson, Cesc Fabregas, Tomas Rosicky (Theo Walcott, 68), Samir Nasri Emmanuel Eboué, 88) e Nicklas Bendtner (Carlos Vela, 83.

Disciplina: Cartão amarelo para Abou Diaby (31), Bruno Alves (34), Fucile (64) e Álvaro Pereira (78).

Mariano resolve!

February 11th, 2010

O FC Porto está na final da Taça da Liga, fruto de uma vitória muito suada frente à Académica, numa partida realizada ontem no estádio do Dragão.

A equipa Portista entrou num esquema pouco habitual, com um 4×4x2 em que o meio campo formado por Tomás Costa, Valeri, Belluschi e Guarín apoiavam um ataque constituído por Orlando Sá e Mariano González. Não era difícil de adivinhar que a receita tinha tudo para correr mal e começar a provocar alguma indigestão aos adeptos portistas.

O meio campo não funcionava. Tomás Costa estava bem, no entanto os seus companheiros nunca acertaram ao longo do jogo. Belluschi um pouco mais descaído para a linha não acertava com um passe, Valeri passou completamente despercebido, Guarín falhou passes e rematou muito, mas sempre mal. Na frente Orlando Sá ainda não mostrou ser um grande jogador. É muito pouco móvel, preferindo passar 90m entre os centrais adversários à espera de um passe de desmarcação. Quanto a Mariano, que acabou por ser o herói do jogo, foi como seu paanágio muito trabalhador, mas continua com o seu maior problema: Não saber correr com a bola controlada. Este argentino parece que joga com uma bola medicinal nos pés…

A Académica veio com a lição bem estudada, não se limitou a defender e fez uma excelente exibição. Empolada com os cerca de 1500 adeptos do seu clube nas bancadas, manteve sempre os olhos na baliza Portista.

Ao intervalo, e após uma primeira parte de fraco nível para os Portistas, Jesualdo faz entrar Varela para o lugar de Belluschi. A substituição deu velocidade e maior pendor ofensivo, no entanto nada mudou e era a Académica a criar as situações mais perigosas. O público pedia Rúben Micael… Já depois de ter sido obrigado a tirar Bruno Alves lesionado e a fazer entrar Maicon, Jesualdo acedeu ao pedido. Ruben entrava para o lugar de Valeri. O FC Porto mudou logo de atitude. Ruben Micael joga e faz jogar. É de facto um grande jogador! Ganhámos velocidade e os seus passes a rasgar a defesa criavam oportunidades.

Já perto do final do jogo, e numa altura que o FC Porto carregava sob a batuta de Ruben Micael, seria Mariano a resolver o imbróglio. Poucos acreditariam que seria Mariano a resolver… com um golaço! Mais uma vez Mariano saca da cartola um remate mágico, que acaba por ser um prémio para a combatividade e esforço do jogador.

O FC Porto está na final da Taça da Cerveja, mesmo após ter sido roubado uma vez mais. Já lá vão 5 golos limpos anulados aos Portistas… Na final parece-me que vamos ter mais do mesmo com os Proenças, Paixões, Olegários e Lucílios a carregarem os mouros de andor.

Benfica “à Porto”!

December 21st, 2009

Longe vão os tempos em que o Estádio da Luz enchia-se nervoso para assistir à entrada dos Dragões Azuis e Brancos para lá jogar futebol. Os tempos em que o 11 do FCPorto se impunha sem medo, com raça e determinação, na casa do rival vermelho. Aquela atitude de “gajos do Norte” que até comiam a relva, se fosse preciso, para ganhar uma bola. Uma pressão constante que trazia resultados.

Ontem, foram os donos da casa que, com personalidade, atitude, raça e também ORGANIZAÇÃO, se impuseram no relvado e subjogaram o FCPorto, que foi impotente para sequer esboçar um contra-golpe para se superiorizar ao Benfica.

O Benfica tem um modelo de jogo bem definido, tem organização e intenção ofensiva. Constroi jogo. Opta claramente na ofensiva pelo meio do terreno, usando passes de rotura e o Cardoso de costas para a baliza a triangular. É um ataque muito dinâmico, que não pára, e que tem consequências físicas nos jogadores, como se notou na 2ªparte. O FCPorto insistia nas “transições rápidas”, vulgo, Contra-Ataque, facilmente anuladas quer pela pressão alta do Benfica, quer pela raça defensiva. O meio-campo do FCPorto foi presa demasiado fácil para o meio-campo do Benfica. Raul Meireles a sua própria sombra. Fernando, encostado às cordas quase a jogar como 3ºcentral. Em termos ofensivos, o FCPorto insistia nos passes longos, tantas vezes falhados, para as infrutíferas tentativas dos alas fazerem alguma coisa.

Não admito que alguém diga que o FCPorto na 2ªparte equilibrou as operações. Em parte poderá ser verdade, equilibrou em posse de bola… mas sempre controlado pelo Benfica. As estatísticas não mentem. O Benfica teve uma dúzia de remates à baliza de Helton. O FCPorto rematou 3 vezes durante os 90 minutos. Isto denota falta de organização ofensiva e de soluções para a ultima finalização. Demonstra também organização defensiva do Benfica. Não deixemos de dizer o que nos custa. O Benfica foi superior. O Benfica mereceu ganhar.

Interessa, mais que tudo, aprender e tirar ilações para o futuro. O que custa é que este ano, ao que parece, estamos sempre a “ter que aprender”.

Atletico Madrid 0 vs FC Porto 3

December 8th, 2009

O FC Porto conseguiu hoje uma vitória fantástica em Madrid, vencendo a última partida da fase de grupos da Champions League, e conseguindo a maior vitória de um visitante no Vicente Calderón para as competições europeias.

Na antevisão deste jogo o Professor Jesualdo tinha dito que a equipa do FC Porto não vinha a Madrid para perder, e que não iria entrar em facilitismos como antevia o técnico do Atlético Quique Flores. A verdade é que o FC Porto desde cedo mostrou o porquê de o leque das estrelas de Madrid não amedrontarem os Dragões e deu um banho táctico de futebol.

O FC Porto entrou da melhor maneira possível, visto que logo aos 2`m de jogo fazia o primeiro golo do jogo, numa cabeçada colossal de Bruno Alves. Depois do golo, o FC Porto não baixou de intensidade e o seu meio campo formado por Meireles, Fernando e a surpresa Valeri foi sempre superior e dominante ao meio campo adversário. Logo aos 15´m o FC Porto aumentava a contagem. Investida de Fucile (o jogador do FC Porto em melhor forma) pela direita, com o Uruguaio a fazer um remate e perante a má defesa do guardião espanhol, Falcao surge oportuno a fazer o golo.

Até ao intervalo o Atlético procurou o golo, mas Helton esteve sempre intrañsponível e o FC Porto soube suster o ímpeto ofensivo dos colchoneros.

Na segunda parte o FC Porto entrou de novo a segurar bem o jogo, mantendo a posse de bola, o que de facto não tem acontecido no campeonato. Aos 59´m os Dragões têm o infortúnio de perder Maicon por lesão (uma entorse grave) que até aí se tinha mostrado a bom nível. Para o seu lugar entrou Sapunaru. O FC Porto não perdeu ritmo e a substituição de Valeri (que esteve bastante bem) por Guarín veio dar maior força ao meio campo Portista. Alias Guarin esteve em excelente plano, primeiro ao oferecer o terceiro golo a Hulk, numa bomba incrível do Brasileiro. depois ofereceu o quarto golo a Rodriguez, no entanto o Uruguaio não foi eficaz a finalizar.

Até ao final o FC Porto controlou eficazmente e dominou, com os “Olés” bem portugueses a serem bem audíveis e os adeptos espanhóis a deixarem o estádio, vergados pela humilhação da derrota e de uma paupérrima exibição, muito por culpa dos Dragões.

O FC Porto somou mais uns milhares de Euros, mas ganhou sobretudo ânimo e confiança para os importantes confrontos que aí se avizinham.

Jogo Adiado

November 21st, 2009

O jogo entre a Oliveirense e o FC Porto, relativo à quarta eliminatória da Taça de Portugal, não se realiza hoje por causa das más condições do relvado do estádio Carlos Osório, em Oliveira de Azeméis.

A decisão foi tomada pelo árbitro da partida, Bruno Paixão, depois de constatar as condições do relvado para a partida em questão. A verdade é que os jogadores ainda realizaram alguns exercícios de aquecimento, mas regressaram aos balneários, onde lhes foi comunicada a decisão do árbitro. A chuva intensa que se fez sentir piorou ainda mais as condições do relvado que, apesar de todos os esforços feitos, estava impraticável.

O FC Porto e a  Oliveirense não chegaram depois a acordo em relação à data para o futuro encontro, tendo de ser a FPF encontrar uma data para que a partida se dispute.

Certo é que desde a primeira hora que o FC Porto avisou para os perigos inerentes à prática futebolística no relvado do Estádio Carlos Osório, bem como para as condições de segurança do mesmo. Recorde-se que os bilhetes enviados para o Dragão tinham sido devolvidos, não sendo postos à venda, dado que a admnistração Portista entendia não estarem reunidas as condições de segurança necessárias para os seus adeptos.

Marítimo 1 vs FC Porto 0

November 8th, 2009

O FC Porto saiu hoje derrotado da Madeira pelo Marítimo, num jogo em que acaba por ser um auto golo de Rolando a sentenciar o resultado.

A verdade é que o FC Porto nada fez para vencer o jogo, e o resultado acaba por ser justo. Torna-se repetitivo comentar a forma de jogar deste Porto. Atabalhoada, sem fio de jogo, sem soluções, uma triste imagem do campeão nacional, que para desespero de muitos continua a piorar. Hoje à imagem dos últimos jogos o FC Porto fez o seu primeiro remate`aos 30m de jogo e por incrível que pareça não mais rematou à baliza de peçanha.

O Marítimo criou inúmeras ocasiões de golo e acabou por ter felicidade quando Rolando introduziu a bola na própria baliza. No entanto o resultado era inteiramente justo ao intervalo.

Ao intervalo Jesualdo Ferreira mexe na equipa e faz entrar Guarín. Esperava-se que a equipa tivesse algum tipo de reacção e criasse oportunidades de golo. A verdade é que a equipa continuou mal, falhando inúmeros passes. Apenas ao minuto 80´ é que Falcao criou uma boa oportunidade de golo, e já perto do final falhou também uma boa ocasião. De resto o FC Porto não teve destreza e jogo para bater o Marítimo.

Este FC Porto é uma triste imagem daquilo que já vimos desta equipa. Algo tem de mudar. Este jogo foi digno de um programa da Liga dos Últimos.

 

Dados do Jogo:

 Árbitro: Paulo Baptista (Portalegre)

MARÍTIMO: Peçanha; Paulo Jorge (Taka, 82`), João Guilherme, Fernando e Alonso; Roberto Souza e Bruno «cap.»; Djalma, Marcinho (Pitbull,85´) e Manu (Briguel, 65´); Baba

FC PORTO: Helton; Sapunaru (Tomás Costa,75`), Rolando, Bruno Alves «cap.» e Alvaro Pereira; Fernando, Guarín (Mariano,46´) e Raul Meireles; Hulk, Falcao e Rodriguez (Farías,61`)

Golo: Rolando (29m, na p.b.)

Disciplina: Cartão amarelo a Fernando (45m), Sapunaru (73m), Alvaro Pereira (76m), Tomás Costa (85m) e Baba (90m)

Apoel Nicósia 0 vs FC Porto 1

November 4th, 2009

Uma vitória importantíssima frente ao Apoel carimbou ontem a passagem do FC Porto para o Oitavos de Final da Champions League. Pelo 4º ano consecutivo a equipa Portista alcança esta fase da prova, estando ainda em condições de ficar em 1º lugar do grupo.

Ao contrário dos últimos jogos o FC Porto fez uma excelente 1ª parte, pressionando e controlando as operações no meio campo. A inclusão de Guarín veio dar força e discernimento ao meio campo Portista, com Hulk e Rodriguez nas alas a dar a velocidade necessária ao ataque. O Fc Porto podia ter chegado ao intervalo a vencer, no entanto Hulk falhou displicentemente um golo. Erros destes pagam-se caro em competições do género, portanto é algo a ser revisto. Pelo contrário Helton com uma defesa espectacular salvou as redes portistas.

Na segunda parte a equipa entrou mais amorfa, também por uma maior predisposição do Apoel em tentar chegar ao golo. Foi criando uma ou outra oportunidade de golo, tendo sido Falcao, que num lance individual resolve o jogo já perto do final.

O FC Porto neste jogo melhorou sobre maneira a pálida imagem deixada nos últimos jogos e apura-se à 4ª Jornada para a fase seguinte da prova, amealhando já 17,9 milhões de euros na actual edição da Liga dos Campeões, ultrapassando os 16,2 milhões da época passada. Os campeões nacionais de futebol receberam à cabeça 7,1 milhões de euros ao assegurarem a entrada directa na fase de grupos da Liga, aos quais se somaram mais 2,4 milhões pelas três vitórias (800 mil por cada uma) conseguidas até esta fase da prova (ainda faltam dois jogos).

Boa performance Portista nesta edição da Champions que esperemos seja para manter!

Dados do Jogo:

APOEL Nicósia: Chiotis, Poursaitides, Kontis (Papathanasiou, 89), Broerse, Elia (Grncarov, 58), Nuno Morais, Satsias, Jean Paulista (Alexandrou, 61), Charalambides, Hélio Pinto e Mirosavljevic.

FC Porto: Helton, Sapunaru, Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Fernando, Guarin (Tomás Costa, 83), Raul Meireles, Cristian Rodriguez (Ernesto Farias, 69), Falcao (Belluschi, 90) e Hulk.

Disciplina: Cartão amarelo para Charalambides (51), Elia (52), Hélio Pinto (74), Álvaro Pereira (86) e Hulk (86).

Golos: Falcao, 84m.

FC Porto 1 vs Belenenses 1

November 3rd, 2009

Não há muito a dizer sobre este jogo… ou haveria mas não há vontade. Daí termos dado um período de nojo de 4 dias para amadurecer as ideias e não escrever a quente sobre este jogo.

Mais uma vez, os adeptos estavam na expectativa do surgir de uma equipa, como prometido pelo Professor, mas mais uma vez se viu quase nada disso. Uma equipa sem grande motivação, sem grande dinamismo, muito adormecida e apática na primeira parte, com mais vontade na segunda parte.

O meio-campo continua a não funcionar. Se o meio-campo não promover o dinamismo ofensivo mínimo, a equipa, em 4-3-3, não consegue desenvolver ataque. Belluschi recupera de uma lesão e ainda procura a melhor forma. Meireles, continua a procurar a melhor forma desde o início da época. Fernando, faz o seu habitual papel no miolo defensivo. Depois, o Professor tentou um modelo mais hibrido, colocando Farias no 11 inicial, ao lado de Hulk, e insistindo num mal-amado Mariano Gonzalez, com o intuito de conseguir desdobrar o 4-3-3 num 4-4-2: mas Mariano continua a falhar mais do que a acertar; Farias é um finalizador quando se lhe criam oprtunidades; Hulk sozinho e sem ter quem puxe pelo seu jogo colectivo… perde-se em individualismo.

Face a um rapidissimo golo do Belenenses, logo no reatar da 2ªparte, o FCPorto teve que procurar a reviravolta. Correndo atrás do prejuizo, muitas vezes pensando mais com o coração do que com a cabeça, lá conseguiu o golo do empate. Depois, sem grande brio e mestria, quase conseguia fazer o golo da vitória, ora por Bruno Alves, ora por Raul Meireles, ora, quase, por Falcao… mas o jogo ficou por aí.

Face a uma equipa que foi tão inofensiva, o FCPorto não tinha necessidade de sofrer tanto. Continua sem ter o seu jogo maduro e definido, e os adeptos vivem com a alma no coração. A ver vamos até quando.

 

  

Dados do Jogo:

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)

FC Porto - Helton, Sapunaru (Rodríguez, 54’), Rolando, Bruno Alves, Álvaro Pereira, Fernando, Raul Meireles, Belluschi (Falcao, 46’), Mariano (Guarín, 80’), Hulk  e Farías

Belenenses - Nelson, Mano, R. Arroz  (Devic, 45’), Diakité, Barge, Gabriel Gómez, Ivan, Celestino, José Pedro (Filipe Bastos, 52’), Lima e Fredy (Cândido Costa, 78’).

Disciplina: Amarelos a Ivan (64’), Bruno Alves (74’) e Nelson (84’).

Golos: 0-1, por Lima, aos 46’; 1-1, por Farías, aos 63’.

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